4ºPERÍODO MATEMÁTICA



PÁGINA PARA ALUNOS DO CURSO 
DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
   4º PERÍODO_IFPB_CAMPUS-CAJAZEIRAS 
 DISCIPLINA PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA


MATERIAIS DE APOIO ACESSE O LINK: PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA


APOSTILA DE PROBABILIDADE


LISTA DE EXERCÍCIOS 1


Calculadora Científica-Vídeos




correlação e regressão linear na Calculadora



Tutorial


Para quem não tem a Casio fx 82 MS, sugiro procurar tutoriais específicos de sua calculadora




EMENTA DA DISCIPLINA
População e amostra. Estatísticas e parâmetros. Distribuições amostrais. Análise Exploratória de Dados. Probabilidade. Probabilidade Condicional. Teorema de Bayes. Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas. Valor Esperado e Variância. Modelos Probabilísticos para Variáveis Discretas e Contínuas.




POSSÍVEIS DATAS DE AVALIAÇÃO




 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 

1ª AVALIAÇÃO DIA 06 DE JUNHO DE 2018


1. Análise de Dados Estatísticos 
Introdução à Estatística;
Importância da Estatística;
Grandes áreas da Estatística;
Fases do Método Estatístico;
Elementos de uma distribuição de frequência:
Amplitude total;
Limites de classe;
Amplitude do intervalo de classe;
Ponto médio da classe;
Frequência absoluta, relativa e acumulada;
Regras Gerais para a elaboração de uma distribuição de frequência
Média aritmética simples e ponderada e suas propriedades;
Moda: Dados agrupados e não agrupados em classes;
Mediana: Dados agrupados e não agrupados em classes 
Variância;
Desvio Padrão;
Coeficiente de variação;
Correlação e Regressão

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2ª AVALIAÇÃO DIA 08 DE AGOSTO DE 2018


2. Probabilidade 
 Espaço Amostral e Evento 
 O conceito de Probabilidade e suas Propriedades 
 Probabilidade em Espaços Amostrais Finitos 
 Probabilidade Condicional 
 Independência de Eventos 
3. Variáveis Aleatórias e Distribuições de Probabilidade 
 O Conceito de Variável Aleatória 
 Variáveis Aleatórias Discretas e contínuas 
 Função de Distribuição de Probabilidade 
Esperança matemática, variância e desvio padrão: propriedades;

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3ª AVALIAÇÃO DIA 24 DE SETEMBRO DE 2018


Variáveis Aleatórias Discretas:

Bernoulli;
Binomial;
Poisson;
Uniforme;

Variáveis Aleatórias Contínuas
Normal - propriedades, distribuição normal padrão;
Normal como aproximação da Binomial;

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REPOSIÇÃO  DIA 26 DE SETEMBRO DE 2018

AVALIAÇÃO FINAL DIA 03 DE SETEMBRO DE 2018


OBS: As datas poderão ser alteradas.



Bibliografia


  • MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística Básica, 5a Edição. São Paulo: Saraiva, 2003 
  • MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros, 2a edição. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2003 
  • MAGALHÃES, M. N., de Lima, A. C. P. Noções de probabilidade e estatística, EDUSP, 6a edição, 2005, São Paulo.


Breve Histórico da Estatística

“Todas as ciências têm suas raízes na história do homem” (CRESPO, 2009).

A palavra estatística é derivada da palavra latina status (estado), pois no início a sua utilização estava ligada com as necessidades de Estado para que dados sobre demografia e economia e outras característica de poder, fossem fornecidos para as administrações públicas. (SILVA e COUTINHO, 2005)

De acordo com Crespo (2009), outros exemplos da utilização da Estatística podem ser verificados desde a idade antiga em que vários povos faziam o registro do número de habitantes, nascimentos, mortes, estimativas de riquezas, divisão de terras e cobranças de impostos por processos que conhecemos atualmente como estatísticas.

No Império Romano, eram realizados recenseamentos dos cidadãos. Na Bíblia, em seu Evangelho, São Lucas narra o momento em que, José e Maria saíram de Nazaré na Galileia, para Belém para responder a um decreto de César Augusto, ordenando um recenseamento. Foi aí que Maria, que estava grávida, deu à luz seu filho, Jesus Cristo (Lc 2,1-7).

Até o século XVI, a estatística foi predominantemente descritiva. Segundo Crespo (2009), eram realizadas análises de dados em fatos da sociedade como nascimentos, batismos, casamentos, funerais etc. Desta forma surgiam tábuas, tabelas e números relativos.

A partir do século XVIII passou a ter características verdadeiramente científicas e com o avanço das necessidades estatísticas havia também o interesse na estruturação do seu aprendizado. Recebeu este nome na Alemanha, em 1748, por Godofredo Achenwall, da Universidade de Göttingen, que registrou a palavra alemã statistik em seu livro, “Introdução à Ciência Política” (POUBEL, 2011).

Atualmente, a Estatística é definida como ciência capaz de levantar, organizar, resumir, descrever, prever e realizar inferências sobre dados, não de forma definitiva, mas em constante progressão na investigação de fenômenos coletivos.


Referências:
CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2009.

POUBEL, M. W. “Um Estudo da História da Estatística: o 1º. Censo demográfico”. 
Anais do IX Seminário Nacional de História da Matemática. São Paulo: EACH-USP, 2011.

SILVA, C. B.; COUTINHO, C. Q. S. O Nascimento da Estatística e sua relação com a Teoria da Probabilidade. Integração. São Paulo: USJT, Abr. Mai. Jun., 2005, Ano XI, nº41, 191-196.

Fonte: http://alexandreprofessor.blogspot.com.br/p/historia.html


História da Estatística


Origem da estatística



A Ciência Estatística

O conceito de Estatística pode ser considerado de duas maneiras. O primeiro conceito, logo relaciona a Estatística com tabelas e gráficos nos quais os dados obtidos são representados, ou melhor, relaciona à números específicos. Ouvimos, assim, falar em estatísticas do IBGE, estatísticas relacionadas à saúde e educação, índices econômicos, pesquisas de opinião, etc. Um segundo conceito refere-se ao conjunto de processos ou técnicas empregadas na investigação e análise de fenômenos. Neste caso, a Estatística é a ciência ou método científico que estuda os fenômenos aleatórios e, procura inferir as leis que os mesmos obedecem. Assim, um conceito mais abrangente e absoluto deve englobar tanto o primeiro conceito, o qual é o mais popular, quanto o segundo, o qual normalmente escapa à noção corrente.

A Estatística é uma ciência que se preocupa com a coleta, organização, descrição, análise e interpretação dos dados, a fim de extrair informações a respeito de uma população. Dentro dessa ideia, podemos considerar a Ciência Estatística como dividida basicamente em duas partes:

1. Estatística Descritiva - que se preocupa com a organização e descrição dos dados experimentais;
2. Estatística Inferencial - que, a partir da observação de alguns dados experimentais, realiza a análise e interpretação de dados com o objetivo de generalizar e prever resultados, utilizando-se para isto da Teoria das Probabilidades.




Estatística e Amostragem






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